Resenhas

RESENHA: Os Pergaminhos Vermelhos da Magia (As Maldições Ancestrais #1), de Cassandra Clare e Wesley Chu.

Saiba minha opinião sobre o primeiro livro da trilogia As Maldições Ancestrais: Os Pergaminhos Vermelhos da Magia, de Cassandra Clare com Wesley Chu.

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Livro: Os Pergaminhos Vermelhos da Magia (As Maldições Ancestrais)

Autores: Cassandra Clare e Wesley Chu.

Páginas: 292.

Editora: Galera Record.

Lido em: 2 dias.

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Sinopse:

Cassandra Clare e Wesley Chu lançam o primeiro livro da nova série que acompanha o feiticeiro Magnus Bane e o caçador de sombras Alec Lightwood enquanto viajam pelo mundo após a Guerra Mortal.

Tudo o que Magnus Bane queria era aproveitar suas férias pela Europa com Alec Lightwood, o Caçador de Sombras que, contra todas as probabilidades, finalmente é seu namorado. Mas assim que os dois se instalam em Paris, uma velha amiga chega com notícias sobre um culto de adoração a demônios chamado A Mão Escarlate, que está empenhado em causar o caos em todo o mundo – um culto que, aparentemente, foi fundado pelo próprio Magnus, anos atrás. Agora, Magnus e Alec vão percorrer o continente europeu para rastrear A Mão Escarlate e seu novo e ilusório líder antes que o culto cause ainda mais danos. Como se não fosse suficientemente ruim que suas férias românticas tivessem sido desviadas do trajeto original, os demônios agora estão perseguindo todos os seus passos, e está se tornando cada vez mais difícil distinguir amigos de inimigos. À medida que sua busca por respostas se torna cada vez mais complexa, Magnus e Alec precisarão confiar um no outro mais do que nunca – mesmo que isso signifique revelar os segredos que ambos mantêm.


Vou ser honesta com vocês, comecei esse livro com expectativas baixíssimas.

Isso porque, mais um livro com Magnus? Fala sério, né, Cassandra?

Ele é o personagem com mais conteúdo dentre todos os que ela criou, aparece em As Peças Infernais, Os Instrumentos Mortais, Os Artifícios das Trevas, tem um livro próprio As Crônicas de Bane e ainda tem uma pontinha em Contos da Academia dos Caçadores de Sombras.

Tipo, é muito material para um personagem só, e eu pensava que estaria saturada, mas aí li 50 páginas desse livro… E Cassandra mostrou por que é minha autora favorita dessa vida.

Minha alma já foi vendida pra essa mulher, quando ela anunciou essa nova série eu pensei em nem comprar, mas sou cadelinha assumida de Cassandra Clare mesmo, comprei feliz.

Ela consegue se reiventar muito bem. Confesso que a linha de tempo me deixou um tanto confusa, se passa um pouco depois da guerra contra o Valentim, em Cidade de Vidro, sendo que faz quase 6 anos que li o livro, então minha memória está meio apagada já. Uma leve relembrada talvez fosse útil, mas de qualquer modo, também não chega a incomodar, já que li mais de 10 livros situados nesse mundo. A gente acaba se lembrando conforme vai lendo.

Enfim, voltando ao tópico, Cassandra só melhora a cada livro, foca nos pontos e descrições certas, é objetiva e apresenta uma trama extremamente fluida. Tem outro autor com ela, mas quem realmente a conhece, sabe definir as partes dela. também dá pra ver que é ela quem comanda, afinal, o mundo e os personagens são dela.

A trama é intrigante e o carisma de Magnus sempre é bem-vinda. A química entre ele e Alec então… Putz, sem defeitos. Amo desde aquele beijaço em Cidade de Vidro e vou amar até o último suspiro. Eles combinam demais e ver mais deles, do início da relação deles, é deleitável. Um tanto fanservice? Sim, mas não tô nem aí. Minha cota de reclamação já se findou.

O que carrega esse livro é o casal, no fim das contas. Claro que a parte da seita e a investigação também têm seus brilhos e acabam por intrigar, mas os autores nem tentam disfarçar qual é o real foco.

É tudo bem ligeiro, na verdade. O que não achei ruim, a Cassandra tem o mau hábito da encheção de linguiça às vezes e aqui, com quase 300 páginas, foi tudo bem sucinto, gostei muito, pois estou com uma leve ressaca e a última coisa que precisava é de uma leitura para cansar a mente.

As morais por trás dos atos do próprio Magnus, e do vilão também, são bem legais e relevantes. Aliás, vimos um pouquinho do passado do Magnus e, sendo ele um personagem tão rico, é sempre bom saber mais e entender da personalidade dele. Interpreto que depois de viver tanto, ele só olhou pra vida e falou “foda-se, vou fazer mecha no cabelo mesmo, lançar tendências e dar o nome do meu gato de Presidente Miau, os outros que lutem pra ser como eu” e é isto. Isso até me rendeu uma breve reflexão sobre a imortalidade e seus efeitos, haha.

Já que citei o vilão, assim… O ruim de você conhecer muito da Cassandra, é que as reviravoltas dela já começam a se tornar previsíveis. Foi o que aconteceu nesse livro comigo. Desde a primeira aparição, eu já sabia quem era o vilão e não me surpreendi nada com o plot twist.

Acho que ela podia ter se esforçado um pouco mais, quem leu vai entender o quão óbvio é. Creio que até quem não a conheça muito vai matar de cara, porque não me pareceu ter tido um real esforço ali. Tínhamos uma dúzia de personagens conhecidos e, sei lá, dois novos… Esse fato já fala por si.

Pelo menos o final foi bem eletrizante, com não só esse vilão citado, mas também a aparição de Asmodeus, o pai demônio de Magnus. Tem uma parte que a seita se junta e que o demônio fica brincando com o Alec para ele conseguir salvar o boy, é realmente bem tenso, a gente sabe que não vai acontecer nada e mesmo assim torce pelo bem de todos.

A cena do epílogo é uma das mais fofas que eu já vi de Malec, quase morri vomitando arco-íris! É muito amor por esse casal pra pouca eu.

Ah, e tem mais fanservice onde a Cassandra nos mostra como Aline e Helen se conheceram! Eu adorei. Pode mandar mais que eu tô aceitando, Cassie!

E como não podia faltar, o final deixou pontas soltas que nos fazem o que? Exatamente, querermos uma continuação que provavelmente irá demorar. Parabéns, Cassandra e Wesley, por pegarem alguém que não queria comprar esse livro, mas comprou e ainda quer logo comprar o segundo.

Os Pergaminhos Vermelhos da Magia (que título longo, Jesus), é um livro sem muita necessidade para existir, mas que te entrega uma trama interessante, apresenta um pouco mais de personagens já queridos e deixa a gente ainda mais apaixonado por um casal que roubou nosso coração há pelo menos 5 anos. Vale a leitura para se divertir e entreter.

4 estrelas

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