Listas

Livros Nacionais do ano.

Listando os 27 livros nacionais lidos e falando um pouco sobre eles.

Desde o ano passado, em que comecei a escrever o meu livro, decidi que daria espaço para autores nacionais na minha estante e no meu coração. Antes disso, devido a algumas experiências negativas, eu tinha determinado preconceito com a classe, mas a gente crescer para ir se desconstruindo e graças a Deus por isso. Esse ano li bastante nacionais, inclusive, grande parte das minhas compras na Bienal foram de autoras brasileiras, o que me deixou bastante feliz.

Mesmo, de fato, tendo algumas decepções, no geral me agradei com a maioria das leituras e vim aqui falar de todas, mostrar pra vocês que sim, podem existir várias autoras medianas, que acabam por não te agradar, mas também tem muitas que dão um banho em qualquer gringa.

Vem comigo! A lista vai ser longa, então se preparem.

  1. Para Sempre Apaixonados (Amores Irresistíveis #0.5) – Aline Rubert.

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Esse aqui nem é um livro, mas sim um conto/spin-off, breve que só conta uma estória de fundo presente na série Amores Irresistíveis. Eu li bem rapidinho e gostei, na medida do possível, já que, de fato, fiquei curiosa com o pouco que tivemos da Christine e Carllos.

Para quem puder se interessar, no primeiro livro, Um Duque Arranjado, vemos que Rannulf, o protagonista, guarda grande mágoa de sua irmã, que fugiu para se casar com um mero segundo filho de marquês. Ele não concordava com o casamento justamente por ele não ter uma grande posição na sociedade inglesa, então Christine e Carllos vão para a Escócia, onde se casam, nesse spin-off vemos como tudo isso aconteceu.

É singelo e só pra você saber de forma superficial como foi o romance proibido dos dois. Não foi dos melhores, mas cumpriu o que prometia.

  1. O Anjo e a Fera – Elissande Tenebrarh.

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Já citei esse aqui na lista da semana passada e não tô muito afim de falar além daquilo.

Rosaleen é estuprada na frente da casa de Stephen, que ouve os gritos dela, mas só descobre o ocorrido no dia seguinte, acolhendo a moça em sua casa. Ele era marcado pela guerra, com diversas cicatrizes, enquanto ela era uma mulher doce e ingênua, que vê sempre o melhor nas pessoas, Stephen a contrata como empregada e vários acontecimentos juntam os dois.

Eu não gostei, achei apelativo, mal trabalhado e irresponsável. A autora podia ter usado de outros artifícios menos drásticos para aproximar o casal. Tenho um post sobre o estupro na literatura que é a única coisa a mais que comentarei, deixando o link aqui. De resto só digo que foi um dos que não me agradou, infelizmente.

  1. Encontrada (Perdida #2) – Carina Rissi

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Fiquei pensando se eu colocaria Carina aqui também, afinal, as grandes livrarias do país colocam os livros dela nas seções de “literatura estrangeira”, ou seja, acho que a grande maioria pensa que ela está num nível além de nós, meros mortais, rs.

Mas ela não deixa de ser autora nacional, então será lembrada aqui. Eu não gostei desse livro, sempre vou exaltar a escrita dela, porque é o ponto mais alto de seus livros, porém, esse enredo foi forçado ao extremo, cheio de encheção de linguiça e coisas que podiam ter sido finalizadas no próprio primeiro livro.

Quem quer saber minha opinião na íntegra e a sinopse do livro, clica nas letras em azul aqui em cima, no título da obra, lá eu falo melhor, aqui eu digo que foi uma leitura mediana.

  1. Louca Por Você (After Dark #1) – A. C. Meyer.

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Outro que foi citado na lista de semana passada e assim, não vou entrar no mérito, porque não quero chutar cachorro morto.

Julie é apaixonada por seu irmão adotivo, Daniel, desde sempre, porém ele sempre a viu como uma garotinha. Ela é apaixonada por cantar e chega certo ponto que se dedica a mostrar pra ele que agora é uma mulher.

Ele está em duas listas de piores e é realmente muito ruim, tudo muito amador, desenvolvimentos terríveis, ambientação confusa e mal feita… Enfim, um show de horrores que me deu agonia de ler. Uma tristeza, só digo isso.

  1. O Alquimista – Paulo Coelho.

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Mais um que eu não sabia se colocava nessa lista ou não, decidi-me por colocar. Não foi um grande livro, nem muito marcante, mas me agradou. É tudo um tanto raso e ligeiro, mas tem uma moral bem legal que vale a pena entrar em contato com.

É uma obra em que acompanhamos um alquimista à procura de pedras e para isso ele percorre o mundo, mostrando a importância dos sonhos.

O Paulo Coelho é um autor que traz muita polêmica, uns amam, outros odeiam, eu fico no meio termo. Essa foi minha primeira obra dele e não achei incrível, nem ruim, ele só tem uma escrita muito direta e sem muito desenvolvimento, entendo porque muita gente não gosta, e também porque muitos gostam. Vai de gosto pessoal mesmo.

Eu li rapidinho e me deu uma sensação boa no final, de aprendizados, então foi uma experiência legal, sim. Não esplendida, mas útil e interessante.

  1. O Professor – Tatiana Amaral.

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Também esteve em listas de piores, tem resenha que estará linkada aqui em cima e, novamente, não vou entrar muito no mérito. Eu não gostei, gênero erótico é complicado e esse aqui, além de não conseguir ser original em nem um ponto, também não tem conteúdo algum além do sexo.

É tudo muito vago, chato e desnecessário. Terminei de ler na força do ódio. Não gostei mesmo, sinto muito.

Até aqui parece que só foram experiências ruins na literatura nacional, né? Hahaha, calma a partir do próximo já começa a melhorar.

  1. Ardentemente Desejada (Ardemment #1) – Kyziz Gouveia

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Eu tenho muita dificuldade pra escrever o nome dessa autora, hahaha, conheci ela por meio de um grupo do Whats, ela mesma me chamou para ler seu livro e eu adorei. Nos contatamos bem na época que eu comecei a correr atrás das coisas do Inalcançável e ela me ajudou bastante a abrir a mente.

Lua Avelar vive em 2019, seu pai é médico e comprou uma propriedade na Inglaterra, uma casa que guarda uma grande história sobre o lorde que ali viveu e sua esposa, Graziella, que sempre quis ter um filho, mas morreu sem dar um para o marido. Lua é uma bruxa e fica triste com isso, por um acidente, ela vai parar no século XIX, quando eles viveram e toma isso como sua missão: Dar um bebê para aquele casal tão querido. No meio disso ela acaba indo para o Brasil, onde conhece um homem que a intriga desde o princípio, fazendo-a, talvez estender sua estadia naquele tempo.

A obra é longa, foi sua primeira, e achei muito agradável, algumas partes me pareceram um tanto maçantes, mas no geral é uma obra excelente, embora o casal secundário tenha me encantado um pouco mais que o principal, haha.

Sério, gente, leiam, ajudem a Kyziz a crescer, porque ela merece. É um amor de pessoa e tem muito talento a nos mostrar ainda.

  1. O Enlace do Duque de Rescot (As Irmãs Wymond #1) – Amy Campbell.

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Para ser bem honesta, já não lembro muito dessa obra, foi uma das que acabaram não me marcando tanto, eu só lembro que gostei bastante, apenas o linguajar rebuscado com uma extremidade desnecessária que me irritou.

Mas no restante, os personagens me agradaram, o enredo também. É aquele típico casal cão e gato que depois de um tempo convivendo descobrem os sentimentos que um tem pelo outro. A Amy, autora, também é muito querida. Publiquei uma review no Insta e ela foi um amor.

Foi uma leitura gostosa, daquelas mais levinhas.

  1. A Marquesa (Damas Perfeitas #1) – Nahra Mestre.

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Essa já virou uma das minhas autoras nacionais de romance de época favoritas. Eu ressaltei determinado ponto negativo nesse livro, que eu pensei ser um furo quanto à época, ela veio me explicar esse ponto e debatemos bastante sobre. Achei bem legal essa atitude dela, muitas escritoras nem responderiam e ela foi bem solícita.

Sarah, há muito tempo é prometida ao seu primo, Thomas, marquês de Bristol, que nunca correspondeu seus sentimentos, embora concordasse com o futuro matrimônio por conveniência. Ela se decide a conquistá-lo, porém, quando Thomas empeza a aceitar que podia se apaixonar por ela, pode ser tarde demais.

Thomas me irritou profundamente, é um mocinho que eu julgaria ser quase impossível gostar. Já Sarah é uma figura forte e inteligente, que nos faz adorá-la, embora seus sentimentos sejam um tanto injustos, Thomas não os merecia.

Enfim, foi uma ótima experiência, eu adorei a escrita da Nahra e até o enredo, porque envolve várias questões da época, apresentando uma ambientação maravilhosa. Além da capa ser linda, né? Mas isso é um mero detalhe perto dos pontos positivos das páginas.

  1. O Beijo da Lua (Lendas do Amor #1) – Nana Valenttine.

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Nana também é uma autora maravilhosa no quesito escrita, esse livro não é ótimo nem inovador, mas eu adorei, de verdade.

Temos temas pesados aqui, que, no entanto, são tratados com a devida responsabilidade, não jogados de qualquer modo.

Luna vive na casa de seus tios, pois seus pais morreram muito cedo, deixando-a à mercê de um homem cruel e uma mulher omissa. Michael Preston, depois de 6 anos longe, volta para a Inglaterra, encantando-se pela moça no mesmo instante em que a vê. Seria o amor capaz de libertar Luna?

Tornou-se um dos meus favoritos nacionais, gostei muito mesmo. Este deixou uma promessa bem promissora do segundo livro, que foi saciada, vale dizer. Mas vamos deixar isso mais pra frente.

  1. Brida – Paulo Coelho.

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Acompanhamos Brida, uma moça que tem pretensão de ser bruxa, descobrir seu próprio poder dentro de si. Ela encontra um mago e se joga nesse caminho, descobrindo o verdadeiro sentido da vida no meio dele.

Gostei bem mais desse livro do Paulo Coelho, acho que a moral dele conversou mais comigo do que a de O Alquimista. Essa questão de autoconhecimento, religião, vida, é bastante interessante e, foi tudo tratado de forma breve, é verdade, mas eu gostei mesmo assim, porque foi uma leitura que não levou muito tempo e ainda assim me tocou.

É uma leitura simples, direta e não muito aprofundada, mas que, na minha opinião, vale a pena conhecer.

  1. Os Olhos de Hazel (Lendas do Amor #2) – Nana Valenttine.

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Voltamos a falar sobre a série maravilhosa.

Hazel é irmã de Michael, nosso duque do primeiro livro, ela está noiva de Henry, um conde com quem ela tem uma boa relação, mas não é perdidamente apaixonada como por Edward Fairfax, um libertino que sempre esteve presente na vida dela por ser amigo da família. Ele, traumatizado por questões da vida, vê Hazel como sua redenção, a única pessoa que conseguia lhe tirar alguma verdade, porém não queria destruir sua vida, casando-se com ela, pois não se sentia bom o suficiente para tanto. Quais seriam as consequências disso na vida deles?

Nesse livro temos o desenvolvimento de dois casais, ele é longo e uma leitura que leva alguns dias mas eu amei, supera o primeiro, embora eu ame os dois. É uma leitura muita gostosa que te faz torcer imensamente pelos dois casais apresentados. Eu amei muito e queria encontrar a versão física pra estar aqui, porque é um daqueles que merece um espaço na estante, e também merece uma releitura. Um dos favoritos do ano.

  1. Um Marquês Arrebatado (Amores Irresistíveis #2) – Aline Rubert.

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esse segundo volume de série, perde bastante para o primeiro.

É uma estória simples, Katherine Linton tem um medo: ser como sua mãe, uma mulher desonrada que precisou deixá-la ser criada por outras pessoas. Sua meta é debutar e encontrar um cavalheiro respeitoso sem precisa chamar muita atenção na sociedade londrina. Em um dos bailes ele cruza com Oliver Bourne, o irmão da Melissa, do livro anterior, o marquês, que se encanta por ela e o resto vocês sabem. Dramas que não tornam o romance fácil.

O problema para mim foi que é um livro muito curto, parece que ficou faltando coisa pra tornar o casal convencível de fato. Além de ter um diálogo ou outro mal estruturado, situações forçadas. Tem pontos positivos, mas eu acho que faltou muita coisa, sabem? Precisava de mais umas 100 páginas para ter uma estória legal de verdade, bem desenvolvida.

Uma pena, a ideia não era ruim, só foi mal executada.

  1. Aluga-se um Noivo (Os Di Piazzi #1) – Clara de Assis.

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Um livro erótico bem leve e agradável, sem cair nas mesmices do gênero. Apesar dos pesares, gostei de Aluga-se um Noivo.

Nele temos Débora Albuquerque, que teve um término traumático e a última coisa que queria era ter contato com seu ex. Porém precisaria cruzar com ele no casamento de seu irmão, o qual o ex foi chamado para ser padrinho. Desesperada, Débora se decide por contratar um garoto de programa para posar de seu namorado, para demonstrar uma felicidade e plenitude que não existiam. Assim Theo entra na estória, assumindo esse papel de forma mais real do que Débora esperava.

Não é grandes coisas, mas li numa época que precisava de algo mais leve, sendo bem útil no momento. Diverti-me, ri, foi satisfatório para mim e conseguiu até divergir da maioria dos livros eróticos, mostrando certa originalidade. Tem uns momentinhos problemáticos, mas nada demais. Gostei de ter lido.

  1. De Volta Para Casa (Lendas do Amor #2.5) – Nana Valenttine.

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Lembram-se que eu falei que dois casais eram desenvolvidos em Os Olhos de Hazel? Pois bem, esse spin-off mostra o desfecho do romance entre Henry, o conde ex-noivo de Hazel, e Anabelle Hunter, uma cantora com quem ele teve uma paixão, sendo seu primeiro amor.

É bem curtinho e, como já temos bastante material deles em Os Olhos de Hazel, aqui foi só pra mostrar o desfecho mesmo. Agradou-me na medida do possível, mas não me pareceu tão necessário assim.

  1. A Redenção de Sir Williams (As Irmãs Wymond #2) – Amy Campbell.

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Consegui ler o segundo volume dessa série também e ele me agradou mais que o primeiro. Tem um quê dramático a mais que me satisfez e intrigou bastante.

Aqui acompanhamos a segunda irmã Wymond, Allie, que nutre uma paixão para com Daryl Williams um tenente que acaba por deixá-la para trás para honrar seu país. Tudo gira em torno disso, do fato deles terem se prometido quando mais jovens e precisarem se separar.

É um livro surpreendente e bem trabalhado, gostei bem mais que o primeiro, embora ainda tenha o exagero no linguajar. Meu favorito da autora por enquanto. Ano que vem pretendo ler o terceiro livro dessa série.

  1. Boreal – Marcia Reis MacEvan.

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Esse é bem simplesinho, breve, direto. Conta um enredo em formato de lenda que vai se passando por várias gerações mostrando uma estória sobre família, amor e entrega que eu adorei. Não é muito desenvolvido, mas que lenda é? A autora foi esperta nessa sacada de fazer em formato de lenda, não há como negar.

É singelo, porém bastante intenso em sua forma breve, com ensinamentos lindos. Uma leitura que eu fiz em questão de poucas horas e que recomendo para quem curte um romance medieval com um leve cunho sensual e certa parte de ação.

  1. A Cortesã (Damas Perfeitas #2) – Nahra Mestre.

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Continuando a série Damas Perfeitas, li A Cortesã, onde acompanhamos um casal que já foi apresentado no livro passado, Marie tem um passado nebuloso, o que não impede David, nascido em família aristocrata, de se apaixonar por ela, investindo na moça. A grande questão é se ela estaria disposta a se entregar.

Esse aqui tem um final bem tenso e pesado que me faz ficar sem fôlego só de imaginar como será o livro três, que foi uma das minhas aquisições da Bienal. Achei esse melhor que o primeiro e penso que o próximo superará ainda mais.

Nahra tem muito talento, sensibilidade e entrega estórias incríveis e realistas.

  1. Destinado (Perdida #3) – Carina Rissi.

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Não vou me alongar aqui, quem quer saber melhor o que é o enredo e a minha opinião sobre, clica no azul aqui em cima. Resumo aqui dizendo que me surpreendeu, deu uma nova identidade à série Perdida e se tornou meu favorito da Carina Rissi.

  1. O Bosque de Faias – Amanda Bonatti.

CuraLeitura: Resenha: O Bosque de Faias

Acho que esse é o meu favorito da lista, eu amei.

Joana é uma jovem francesa que não quer se casar, mesmo com a insistência de seus pais. Sempre que ficava frustrada, ela corria para o bosque de faias, onde certo dia, após uma discussão familiar, ela conhece um rapaz que pode mudar suas perspectivas.

Temos uma figura feminina imponente aqui, que mesmo com a sociedade querendo apodar-lhe, sabe o que quer e segue seus princípios à risca até o último instante. Alexandre também é encantador e temos momentos de passar muita raiva do meio para o final do livro.

Quando o peguei, não imaginei que passaria tanta raiva, juro. Mas passei, hahaha, e adoro isso, porque é o tipo de leitura que eu gosto, as que trazem diversas emoções. Então é excelente e fica mais do que indicado aqui. Amei demais.

  1. Senhorita Aurora – Babi A. Sette.

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Um livro que pareceu água com açúcar, mas que no fim trouxe um tema bastante importante. Isso é Senhorita Aurora.

Nicole sempre sonhou em ser bailarina e recebeu a graça de ser chamada para a CIA de Ballet de Londres, onde precisa conviver com um maestro de temperamento difícil o qual ela acaba se aproximando e descobrindo o que há por trás dessa personalidade intragável, além de se apaixonar.

Não é um dos melhores, mas eu gostei. Trouxe um tema que, acredito eu, nunca vi em outro livro e que pode ser considerado até tabu na sociedade, então achei bem intrigante e foi uma ótima experiência. Meu primeiro contato com a autora, que espero, em 2020, conhecer mais.

  1. Treze – FML Pepper.

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Esse também foi um dos meus favoritos do ano, fomos convidadas pela própria autora a ler o livro e eu amei.

Rebeca é uma hacker cética que em determinada circunstância peculiar é aconselhada por uma vidente que lhe avisa: sua vida iria ruir e o décimo terceiro namorado que ela tivesse seria o homem de sua vida. Ela não acredita a princípio, mas logo tudo que a mulher falou começa a se realizar, e talvez o décimo terceiro não seja exatamente quem ela está pensando.

Eu pensei que era um livro de fantasia, sendo que é mais romance, foi meio que um choque de realidade começar a ler esperando outra coisa, mas isso não me fez gostar menos, pelo contrário, eu adorei. Foi viciante, amor à primeira página, haha. Espero ano que vem conhecer a outra série da Pepper, inclusive.

  1. Depois do Primeiro Olhar – Malu Simões.

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Não me alongarei, não curti essa leitura, muito melosa, mocinhos chatos e até abusivos em certo ponto… Enfim, está na lista das piores leituras, infelizmente. Tinha criado grandes expectativas e quebrei a cara.

  1. A Descoberta (Trilogia Conquistas #1) – Jess Bidoia.

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Esse aqui já me comprou, adorei.

Cecília está grávida de seu namorado, descobrindo que ele, na verdade era casado, e separando-se ao constatar o fato. Mesmo desanimada, ela segue com a gravidez, e nesse meio tempo conhece Vinícius, o filho de seu chefe, com quem logo de cara já criou uma boa relação, mas será que ela já estava disposta a entregar seu coração a outrem?

É um livro clichê, mas muito fofo e gostoso de se ler, passa que você nem vê. Estou muito ansiosa para o livro 2, que promete ser ainda melhor. Jess é um amor de pessoa e eu espero que seu nome alcance ainda mais leitores. Sério, gente, leiam! Já indiquei outra vez e reforço aqui.

25. Senhora – José de Alencar.

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Esse aqui eu comecei lendo no Kindle e precisei comprar em quadrinhos. Desculpa aos admiradores da literatura clássica do Brasil, mas não funciona comigo, venho tentando há anos me adaptar e aprovar, mas realmente não consigo.

Gostei do enredo aqui, Aurélia também é uma personagem que chama atenção, mas no geral, ler em quadrinhos me salvou, acredito que eu não teria terminado na versão normal, muito maçante, descrições exacerbadas, enfim… Não rolou.

26. Um Amor Para Johan – Amanda Bonatti.

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Esse é uma espécie de continuação para O Bosque de Faias e eu o adorei. É muito amorzinho e conseguiu redimir um personagem que, no primeiro livro, era simplesmente intragável.

Temos algumas reviravoltas, vários ensinamentos e foi uma leitura bem gostosa, não tenho como reclamar. Não chega a superar o primeiro, mas honra seu nome e mantém sua qualidade.

27. Conto de Fadas de Cabeceira – Juliana Lima.

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Uma junção de contos de fadas que não tem muito esse quê de “fadas”, são histórias curtas e muito reais, tirando aquela moral de “felizes para sempre” e mostrando algo mais cruel, recheado de realidade.

Foi uma leitura que agregou muito, sem dúvidas, adorei ver essa repaginada nos contos e a escrita da Juliana é muito sensível e direta. Uma ótima indicação de leitura, viu?

3 comentários

  1. Conheço Carina Rissi ( de quem gosto muito, embora concorde que ela alonga desnecessariamente os enredos) Paulo Coelho( como não conhecê-lo, embora não goste da sua escrita) e José de Alencar ( Senhora rendeu duas adaptações em novelas.). Com esses nomes exóticos, não poderia esperar que essas autoras, citadas por você,fossem brasileiras. Frequento muito livrarias (agora, com o isolamento,como substituição, estou lendo blogs. Não li esses livros, mas já vi erros grosseiros sobre aristocracia inglesa em livros de autores nacionais. Uma até mudou uma lei inglesa de direito sucessório para encaixar sua trama naquele ambiente. Não sei se foi proposital ou por ignorância mesmo. Espero que essas autoras tenham sucesso. Mas precisam conhecer bem o cenário histórico que criam para seus romances.

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  2. Eu sou autora e escrevi três romances de época, é natural usarmos da licença poética para algumas questões, da mesma forma que Carina Rissi usou para retirar a escravidão de suas tramas. No meu caso, aliviei na linguagem do 1º livro, porque era longo e eu queria alcançar um público mais abrangente, já que falei sobre depressão e diria até que ele é mais drama do que romance de época, inclusive. A maioria das leitoras não viu problema nisso, mas tem gente que se incomoda mesmo, não podemos fazer nada, de qualquer forma. Cada um escreve do jeito que parecer melhor pra história que quer contar. Na leitura vai de leitor pra leitor aprovar ou não.
    Quanto ao Paulo Coelho, acho um autor mediano, julgo sua escrita muito superficial, não se aprofunda em nada, só serve pra matar tempo mesmo.

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