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TAG: hambúrguer literário

Em homenagem à Fome de Poder (livro escrito pelo criador do McDonald’s) que eu acabei de terminar, decidi fazer essa tag. 

1 – O primeiro item de um hambúrguer é o pão, ou, neste caso, um livro que faça parte de uma série amada. 

Harry Potter e a Pedra Filosofal! Por mais que eu tenha demorado muito tempo para pegar amor pela série, é um dos meus xodós atualmente. Estou em um grupo para reler e comentar a série e meu plano agora é ler tudo em inglês. 

2 – Depois do pão, vem o ingrediente principal do hambúrguer: a carne, que deve ser um livro já lido e apreciado, com mais de 400 páginas.

A Prisão do Rei, de Rainha Vermelha. Foi muito bom para compensar a porcaria que foi Espada de Vidro. 

3 – Os próximos ingredientes são 1 fatia de queijo e 1 folha de alface, ou seja, 2 livros finos (menos de 200 páginas) – um que tenha lido e gostado e um que ainda pretende ler.

O primeiro, no caso que eu já li, é um livro não muito conhecido, mas que me surpreendeu muito no final. Caçadores, da trilogia Sozinhos. 

Comprei ele aleatoriamente em um sebo de Curitiba e comecei a ler no avião na volta para casa. Demorei muito tempo para voltar a ler, mas terminei recentemente e o final é realmente surpreendente. 

Também adorei ver que o único marcador que eu tinha disponível na hora era um guardanapo. 

Os outros que pretendo ler são a continuação dessa trilogia. Já os encontrei na Amazon, só falta tomar coragem para comprar depois da loucura que foi essa Black Friday. 

4 – Outro ingrediente essencial é o tomate, uma fatia bem cortada. Aqui devemos escolher um livro que tenha entre 200 e 400 páginas e que tenha sido lido e adorado ou odiado.

Aqui cabem uma tonelada de livros, mas não tem como eu fazer uma TAG sem falar de A Seleção. Os três livros da série são simplesmente maravilhosos, principalmente o segundo. 

5 – Para dar um toque especial, o molho, isto é, um livro lido que você achou que ia adorar e odiou, ou um livro que achou que fosse odiar e amou.

Os Elefantes Nunca Esquecem, da Agatha Christie. Nunca pensei que teria um livro dela que eu não gostasse, principalmente com o Poirot. 

A premissa dele parecia muito boa, uma morte que aconteceu anos antes mas que ainda precisava ser desvendada. Por ser um caso que não continha mais provas, mas sim apenas a lembranças das pessoas, parecia ser muito bom. Uma pena que não foi. 

6 – Por fim, é hora de colocar outra fatia de pão e terminar a montagem do lanche. Então temos que escolher o livro de uma série cujo lançamento dos últimos livros gere certo temor. 

Vou mudar a última pergunta. No lugar de falar sobre lançamentos de livros, vamos falar do lançamento de uma série que está me deixando com muito medo. Os Bridgertons. 

Os livros são simplesmente maravilhosos, mas até agora, os atores escolhidos não se parecem em nada com os personagens dos livros. Claro que cada um tem sua interpretação, porém uma das maiores características dos irmãos é que são tão parecidos, mas tão parecidos, que podem ser reconhecidos em qualquer lugar. Se é assim, por que todos os atores são completamente diferentes? 

Isso mostra que eles não estão se importando muito em ser completamente fiéis aos livros. Harry Potter e Percy Jackson já provaram que mudar o que acontece nos livros não é uma coisa boa. 

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