Extras

Nossa experiência na nossa segunda Bienal!

Amanda:

Continuando com o mês da Bienal, dessa vez viemos contar nossa experiência, assim como fizemos no ano passado.

Esse ano foi muito melhor que o ano passado por muitos fatores. Foi o lançamento da Thais, o encontro de autores de época, conhecemos muitos autores e autoras super queridos, foi incrível.

Como a Thais vai contar tudo que aconteceu, vamos falar de um modo mais geral. Também sei que ela vai fazer um post específico sobre isso, mas mesmo assim quero comentar um pouco sobre os lançamentos dela.

Foi muito bom ver esse projeto enorme finalmente concretizado. Era engraçado ver como ela estava feliz com tudo, mesmo com alguns pequenos detalhes que não gostamos, mas no geral, os lançamentos foram muito bons.

Como a Thais estava com a voz péssima (parecia que estava morrendo hahaha), era eu quem chamava as pessoas para conversar, ler a sinopse, conhecer o trabalho dela e, por mais que algumas pessoas tenham sido um pouco mal-educadas (sempre tem), a maioria foi super querida.

O que eu mais gostei de ter contato com esse mundo de lançamentos e editoras, foi conhecer tantos autores e autoras queridas. O primeiro livro que vi e me apaixonei, mesmo sendo completamente diferente do que eu fui lá para comprar, foi O Anjo Vingador de Adriana Igrejas. Como me disseram que ela logo chegaria e que poderia me dar seu autógrafo, esperei um pouco e, quando ela chegou, passamos um bom tempo conversando.

Ela foi um amor de pessoa e preciso dizer que comprei todos os livros dela. Por conta de tempo, ainda não comecei a ler nenhum deles, mas estou super ansiosa para isso.

Outra autora que conheci foi a Telma Brites Alves. Ela conversou diversas vezes com a gente, com a família da Thais e foi sempre super querida e animada. Não só isso, mas ela ainda foi a única pessoa no mundo que me ensinou a pronunciar corretamente o ‘R’ do francês.

Conhecemos várias pessoas diferentes, mas as duas que mais queríamos ter encontrado, não encontramos. Uma delas foi Maurício de Sousa, que marcou nossa infância e acredito que a de muitas pessoas. Seria realmente incrível ter falado com ele nem que fosse por alguns segundos.

Já a outra pessoa foi Mariana Ximenes. Tanto eu quanto a Thais somos completamente apaixonadas pela novela Chocolate Com Pimenta. Sabem a Julia, personagem de Inalcançável? A personalidade dela é inspirada na minha e o final dela (não vou dar spoilers) é inspirado na novela. Nós sempre brincamos que, se algum dia fizerem uma série sobre o livro, a música tema de Julia será a música da novela. A Mariana estava lá na Bienal, mas ela só apareceria perto da 19:00 e, por conta do nosso voo, não pudemos estar lá, mas queríamos muito mesmo.

No geral, a viagem foi muito boa. Foi ótimo sair um pouco da turbulência constante que está minha vida agora. A Bienal foi simplesmente maravilhosa, fizemos muita besteira no hotel, aproveitamos muito. Claro que não conhecemos praticamente nada do Rio de Janeiro, nosso tempo lá se resumiu ao hotel, uber e Bienal, mas mesmo assim foi muito bom mesmo.

Enfim, nesse mês de setembro, todos os meus posts foram relacionados à Bienal do Livro. É um evento lindo que incentiva as pessoas à leitura e nós nem teríamos esse livro se não fosse por ele. Esse é o último post dessa série para fechar com chave de ouro.

Thai:

Vamos falar de Bienal?!

A Amanda já começou a falar, mas eu não e há algum tempo tínhamos decidido que, como no ano passado, iriamos falar como foi nossa experiência em nossa segunda Bienal, dessa vez numa cidade diferente, com uma organização diferente.

Eu vou falar como foi a experiência como autora em um post diferente, aqui vou citar meio por cima, prefiro falar da organização, da vivência como uma leitora e espectadora.

Nós fomos na maior gangue para lá. Em sete pessoas porque metade da minha família quis ir junto, hahaha. O voo foi super tranquilo, eu odeio viajar de avião porque sou cagona, mas de verdade, foi bem tranquilo, na ida nem teve turbulência nem nada, passei grande parte do caminho lendo Um Casamento Conveniente da Tessa Dare (inclusive indico muito).

Chegamos no Rio já na noite do dia 29, eu fiquei surda porque juntando minha alergia que atacou graças a ansiedade, e a viagem que já tem disso mesmo, realmente estava complicado de ouvir, haha.

Chegamos no hotel bem tarde já e pensem num hotel maravilhoso, gente. Meio carinho, mas valeu cada centavo, era bem confortável e as refeições… Putz. Só no meu último café da manhã devo ter engordado uns 5 kg, peguei dois pratos e estava tudo uma delícia, haha. Saudades daquele pão de queijo.

Minha primeira sessão de autógrafos era no dia 30, às 16h, mas mesmo assim eu e a Amanda queríamos levantar cedo para explorar a bienal como um todo, então colocamos o despertador para 8h, porém, adivinhem só? A ansiosa aqui dormiu super mal, teve crise de rinite e acordou 6 da manhã sem conseguir respirar com o nariz trancado.

Foi tenso, olha… Hahaha, mas eu já estou acostumada. Quando se é ansiosa, ou você se adapta ou se mata, não tem outra opção.

Sendo assim, eu linda e plena às 7h30 decidi acordar minha querida amiguinha de uma forma bem simpática, com Ilariê da Xuxa! Gente, eu adoraria acordar desse jeito, vocês não? Ela ficou brava, hahaha.

Mas eu estava muito feliz então não liguei. Minha primeira bienal como autora, poxa, me dá um crédito!

Pois bem, eu acho que nós pegamos uber um pouco depois das 9 horas, fomos em três, eu, Amanda e Gabi, minha prima. E a Amanda já comentou sobre isso, mas vou repetir aqui: A organização da Bienal Rio dá um banho na de São Paulo! Não pegamos fila nenhuma para entrar, estava super tranquilo. Só vou reclamar porque o moço que autenticou minha credencial não me deu o plastiquinho, precisei correr atrás depois pra facilitar minha vida e o reconhecimento por lá. Mas de resto… Bem de boa. Entramos e lá foi a saga pra encontrar a estande da minha editora!

Eram três pavilhões, e o da minha editora ficava muito distante. Eu não queria tratar disso agora, queria deixar pro próximo post, mas sério gente, achei bem desagradável isso de deixar as editoras grandes e pequenas separadas, nisso eu prefiro a de SP, fica mais apertado, mas mistura tudo e dá mais chance pras editoras menores serem reconhecidas.

Assim não tem como te defender, né Rio?

Enfim, andamos pra caramba até encontrar a minha estande, dei um oizinho pras meninas e logo zarpamos pra explorar.

Os primeiros livros que eu comprei foram da Amanda Bonatti, um amor de autora e pessoa. Comprei Lágrimas de Outono, que é o lançamento dela, e Nas Colinas de Dorsetshire, livros lindos que já estou ansiosa para ler. Vou publicar nossas fotinhas aqui.

Eu já conversava com ela porque tive que pedir O Bosque de Faias e Um Amor Para Johan diretamente com ela, mas conhecê-la pessoalmente foi lindo! Por favor, conheçam o trabalho dela.

Ah, uma coisa que esqueci de citar: Eu estava com a voz bem rouca nos dois dias que fui pra bienal! Então pensem, gente, foi difícil, haha. Todooo mundo reparava e perguntava o que tinha acontecido.

Enfim, esse ano foi bem diferente do passado, já que eu e a Amanda tínhamos uma noção do que esperar, fomos preparadas, com mais dinheiro e mais espaço para bagagem, mas tem um porém nisso tudo.

As editoras grandes não estavam muito afim de dar desconto.

Em um grupo no Whats, umas meninas do Rio me falaram que teve todo um enrosco com a produção do evento, que ficou mais careira e tudo mais, mas sinceramente? Se é pra ir pra bienal com os mesmos preços que você vende os livros em livrarias normais, meu irmão, nem vai.

A única editora grande que consegui aproveitar foi a Harlequin, que tinha dois livros que eu queria por 20 reais, mas de resto… Fui tudo na base das lojinhas de sebo ou aquelas que vendia tudo por 10 reais e editoras pequenas, que tem noção das coisas e baixaram o preço pra vender mais.

Eu até tinha feito uma listinha, que foi quase nada seguida. Os únicos itens riscados foram os livros da minha editora mesmo, que deu uns descontos bem legais, mas de resto, comprei livros bem diferentes do que pretendia e gostei desse resultado, sabem por que?

A maioria dos livros comprados foram de autoras nacionais. E isso é lindo considerando o que eu era há uns dois anos atrás.

O primeiro dia como um todo foi menos agitado, nosso almoço foi extremamente aquém, com um lanche que (achamos) fizeram no micro-ondas mesmo, mas encheu a barriga então estava ótimo.

Logo chegou meu horário de sessão de autógrafos e deixa eu contar pra vocês uma coisa bem legal: Uma autora, a Raquel Cantarelli, prometeu que iria dar uma passadinha lá pra me prestigiar. Ela demorou bastante, mas foi e ainda me deu o livro dela de presente! Uma fofa, outra que vocês precisam conhecer o trabalho, porque merece e é um amor.

Vou deixar o insta dela linkado aqui, deem uma olhada.

Depois da minha sessão não tínhamos condição nenhuma de continuar, estava morrendo de cansaço e dor, a noite mal dormida pesou. Fomos embora e no hotel nem descemos pra jantar, fomos de iFood mesmo, um MC delicioso e maior que o aqui de Foz, fiquei chateadíssima ao saber que nosso lanche é menor.

Eu ainda demorei um pouco pra dormir, porque meu livro estava gratuito naquele dia na Amazon e eu fiquei de olho, estávamos tão perto de chegar nos 1000 ebooks baixados, e chegamos! Muito obrigada a todos que ajudaram.

Só dormi depois de ver esses 4 numerozinhos lá, muito feliz e em paz.

Nem preciso dizer, né? Meti um naridrin no nariz e apaguei total.

No domingo a gente foi um pouco mais tarde pra bienal. Demos uma puta enrolada porque era nossa despedida do hotel, e se não me engano, chegamos perto do meio-dia.

Sábado já estava mais lotado, cansativo de andar. Ficamos mais lá perto da estande da editora mesmo, quem me conhece sabe que não tenho paciência pra ficar andando e trombando com as pessoas, com gente parando no meio do corredor, andando de devagar… Ódio máster.

(Eu estava de princesa pro encontro de época, haha)

Foi nesse dia que conseguimos conhecer algumas lojinhas de 10 reais ou sebos com livros por 13, foi bem produtivo no quesito compra, haha. Vou fazer uma listinha com reviews de todos os livros que comprei mais pra frente.

15h teve minha segunda sessão de autógrafos e 17h participei do encontro de época, que foi bem legal e interessante. Não falei muito por questões de timidez e voz simplesmente horrível, mas adorei participar.

Ah se eu pudesse viver de livros! Pena que não dá, o mercado é injusto e não permite.

Vou finalizando meu relato por aqui. Como leitora posso dizer que fiquei levemente decepcionada com essa Bienal, jogaram o preço lá em cima mesmo e dane-se os leitores. Mas como autora estou realizada, e como apoiadora de literatura nacional também.

Não tivemos a oportunidade de ver tudo pela correria, a simulação do Anexo da Anne Frank mesmo, se não me engano a gente só passou do lado mesmo, nem deu tempo de entrar, mas foi muito bom mesmo assim. Quem sabe ano que vem não ficamos um diazinho a mais? Eu apoio, haha.

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