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06 piores coisas da Bienal 2019

A Bienal desse ano foi um evento maravilhoso, mas houveram alguns defeitos. A maioria deles são questões de organização, que seriam simples de resolver, vamos ver se algo vai mudar nas próximas.

1. Crivella

A pior coisa que aconteceu nessa Bienal inteira foi Crivella e sua tentativa ridícula de censura. Já falei mais disso em outro post, mas não tinha como ficar de fora dessa lista.

2. Preços do Pavilhão Azul

Qual é o objetivo de uma feira de livros? Não é incentivar a leitura? Então por que cobrar ainda mais caro do que nas lojas convencionais? Entendo que seja caro colocar sua editora em um evento como esse, principalmente utilizando um espaço grande, mas muitas lojas e sebos ofereciam livros por R$10, R$15, então não tem tanta desculpa.

Querem diminuir os preços? Não façam decorações tão absurdas, é desnecessário. Claro que fica lindo, chama atenção, mas ninguém está lá para isso.

3. Estacionamento

O estacionamento era gigante, mas a organização era péssima. Acho que só tinha uma entrada e uma saída para todo mundo, o que fazia com que o trânsito ficasse gigantesco. Os pais da Thais demoraram quase uma hora para conseguir entrar e pegar a gente, tudo por falta de organização.

Sem falar que vários lugares estavam bloqueados, o que fazia com que os carros só tivessem um lugar para passar, aumentando as filas também.

4. Praças de alimentação

A Bienal de São Paulo teve os mesmos problemas nesse sentido. Primeiramente, os preços eram muito elevados. Chegava a ser ridículo pagar tão caro por alimentos que muitas vezes nem eram bons. O cúmulo foi o suposto Bob’s que cobravam muito caro por lanches péssimos que pareciam ser feitos no microondas, além de oferecer batatas, que você pensava ser batata frita, e eram aquelas de pacotinho. Não sei se era o Bob’s mesmo ou se era apenas alguém que utilizou o nome, mas se for a franquia mesmo, foi realmente decepcionante.

E esse não era o único problema da praça de alimentação já que praticamente não haviam lugares para estar. Considerando o tamanho do evento e que lá são os únicos lugares para sentar, era de se esperar que houvessem mais cadeiras. Na hora do almoço simplesmente não existia um lugar livre e não era por falta de espaço para isso.

5. Divisão dos pavilhões

Outro problema completamente sem sentido era a divisão dos pavilhões. Gostei de ter um pavilhão específico para as crianças, gostei mesmo. Mas não tinha porque separar as editoras pequenas das grandes. Foi uma segregação muito grande, principalmente considerando que a maioria das editoras pequenas representavam apenas autores brasileiros.

Eles foram jogados para o canto mais fundo da Bienal e tinham que apenas torcer para que as pessoas chegassem lá.

6. Editoras e lojas com limites de pessoas

Algumas lojas limitavam o número de pessoas que podiam entrar. A Submarino é uma delas. Sério, por que? Acho certo colocar aquelas fitas para que as pessoas saiam por apenas um lugar (não entendo como todas as lojas não fazem isso, seria muito fácil roubas algumas delas), mas não entendo porque limitar o número de pessoas que pode entrar.

Quando vi que tinha uma fila gigantesca para entrar na Submarino, nem me dei ao trabalho, simplesmente virei as costas e fui para outro lugar.

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