Resenhas

RESENHA: Série A Maldição do Tigre

Saiba minha opinião sobre a saga A Maldição do Tigre.

ATENÇÃO:  Existirão alguns spoilers no decorrer da resenha, os principais estarão marcados em vermelho para que, quem não os queira, possa continuar a leitura sem preocupações.

Hoje me decidi por falar da série A Maldição do Tigre.

A série, escrita pela americana Colleen Houck, é dividida entre 4 livros originais (A Maldição do Tigre, O Resgate do Tigre, A Viagem do Tigre e O Destino do Tigre), há pouco tempo foi lançado um quinto denominado O Sonho do Tigre que já adianto: Não li e nem lerei. Além destes tem um spin-off que conta uma história anterior a série: A Promessa do Tigre.

Dividirei essa resenha em 4 partes representando cada livro, onde falarei especificamente de um por um, lembrando que pode ter spoilers dos livros anteriores, então se você ainda não leu e pretende, fique apenas na primeira parte.

Bom, então vamos lá:

A Maldição do Tigre:

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Sinopse:

Kelsey Hayes perdeu os pais recentemente e precisa arranjar um emprego para custear a faculdade. Contratada por um circo, ela é arrebatada pela principal atração: um lindo tigre branco. Kelsey sente uma forte conexão com o misterioso animal de olhos azuis e, tocada por sua solidão, passa a maior parte do seu tempo livre ao lado dele. O que a jovem órfã ainda não sabe é que seu tigre Ren é na verdade Alagan Dhiren Rajaram, um príncipe indiano que foi amaldiçoado por um mago há mais de 300 anos, e que ela pode ser a única pessoa capaz de ajudá-lo a quebrar esse feitiço.

Determinada a devolver a Ren sua humanidade, Kelsey embarca em uma perigosa jornada pela Índia, onde enfrenta forças sombrias, criaturas imortais e mundos místicos, tentando decifrar uma antiga profecia. Ao mesmo tempo, se apaixona perdidamente tanto pelo tigre quanto pelo homem.

Eu tinha ouvido falar muito desse livro.

Era aquele tipo que eu sempre queria ler, mas acabava deixando para depois. Demorei um bom tempo até lê-lo de fato, mas enfim, comecei a leitura.

O início é aquela coisa meio parada da maioria dos livros, nos é apresentado uma prévia do enredo e dos personagens principais. Primeiro temos aquilo que a sinopse fala, Kelsey indo trabalhar em um circo e convivendo com esse misterioso tigre branco a qual ela sentiu certa conexão desde o princípio e com o tempo foi se aproximando ainda mais, até aparecer um comprador e ela ser chamada para acompanhá-lo na viagem, visto que ela era a pessoa de melhor relação com o felino.

Esse livro é verdadeiramente bom. Lembram-se que reclamei de originalidade na resenha de A Rainha Vermelha? Nesse livro nós não temos esse problema.

Achei de uma ótima escolha a autora ter adotado a mitologia indiana para essa saga. Foi um tanto arriscado, porque não é uma mitologia tão valorizada e conhecida como a grega e romana, mas talvez seja exatamente isso que chame tanta atenção para essa série. Eu sabia pouquíssimas coisas sobre tal e achei muito interessante descobrir mais.

Toda a mitologia do próprio livro também é muito bem construída e intrigante. As cenas de aventura são muito boas e a própria história que deu início a maldição é envolvente, fazendo você querer saber mais de cada figura citada e de como será o fim desse infortúnio.

Esse livro só não foi excelente por um motivo: Kelsey.

Acho que existe algum pacto entre as escritoras que a protagonista tem que ser o mais insuportável possível, porque olha…

Como todos devem imaginar, ela e Ren, o príncipe enfeitiçado, desenvolvem um sentimento amoroso e daí começa o início de uma relação que será desenvolvida nos próximos livros até ter o previsível “final feliz”. A minha reclamação não é nem quanto ao romance, porque eu não acho que esteja tão deslocado assim, considerando a maldição, a conexão que existe entre eles, era compreensível acontecer. O meu problema está na insegurança da Kelsey. Tudo bem ser insegura, acredito que todos nós sejamos ao menos um pouco, mas a insegurança dela era uma coisa que pelo amor de Deus. Era forçado, irritava. Estava nítido que Ren queria ficar com ela e sabe aquelas pessoas que se afogam nas próprias hesitações e começam a ser grossas com os outros simplesmente porque estão confusas? Kelsey é desse jeito.

A sorte é que isso começa a pesar mais apenas no final do livro.

Ah, sem esquecer que ela é deveras sem noção também. Quer dizer, um cara completamente desconhecido te chama para ir até a Índia, um país que você desconhece, sozinha, apenas com ele e um tigre e você vai??? Alguém aceitaria isso? Porque eu nunca na minha vida, não importa o quão simpático o cara possa parecer. Achei isso uma questão bastante irreal, até mesmo pelos pais adotivos dela, que aceitaram numa boa. Entendo que para a história acontecer era necessário que ela fosse, mas convenhamos, existiam formas melhores de fazer acontecer.

Dhiren também é outro personagem que acabou por ser um defeito no livro para mim. Ele é muito perfeitinho, voltamos para aquele âmbito de forçação de barra. Eu não tenho incomodo com pessoas “perfeitinhas”, só que ele é demais e fica excessivamente falso. A princípio eu até tinha gostado dele, mas com o decorrer da história me aborrecia a retratação de tamanha perfeição inexistente. Eu gostei bem mais de seu irmão, Kishan, que fez uma breve aparição nesse livro, mas me interessou muito mais, porque ele podia muito bem ser uma pessoa que existe em nosso mundo. Tem defeitos, tomou decisões erradas, traiu o próprio irmão, que é o que os seres humanos fazem, não existe perfeição.

Sr. Kadam também foi um personagem que me agradou, é um homem erudito e muito fiel, gostei de suas aparições e atitudes.

Enfim, enredo envolvente, desenvolvimento bom, personagens regulares. Por esses motivos acabo por tirar uma estrela desse primeiro livro.

4 estrelas

O Resgate do Tigre:

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Sinopse:

Fé. Confiança. Desejo. Até onde você iria para libertar a pessoa amada? Kelsey Hayes nunca imaginou que seus 18 anos lhe reservassem experiências tão loucas. Além de lutar contra macacos d´água imortais e se embrenhar pelas selvas indianas, ela se apaixonou por Ren, um príncipe indiano amaldiçoado que já viveu 300 anos. Agora que ameaças terríveis obrigam Kelsey a encarar uma nova busca – dessa vez com Kishan, o irmão bad boy de Ren -, a dupla improvável começa a questionar seu destino. A vida de Ren está por um fio, assim como a verdade no coração de Kelsey.

Esse consegue ser melhor que o primeiro.

Tem muita ação aventura e Kishan aparece mais. Claro, não poderia faltar o triângulo amoroso, né mores? Ai ai, Stephanie Meyer que monstro você criou?

As primeiras 100 páginas são meio entediantes, porque Kelsey volta para o Oregon, onde retoma a vida normal da faculdade, estudos e garotos. Não sei como uma menina tão sem sal consegue atrair tantos pretendentes, mas ok. Novamente Sthepanie Meyer criando monstros.

O livro anterior termina de forma dramática, Kelsey ajuda os dois irmãos a retomarem seis horas de suas vidas em forma humana, por isso volta para a vida normal e tem todo um melodrama chato pra caralh* onde a insegurança de Kelsey quanto aos tantos anos de diferença e experiência entre ela e Ren fala mais alto e ele alimenta essa merda também, por isso os dois não terminam muito bem e ele fica correndo atrás dela como um idiota todas essas cem primeiras páginas enquanto ela fica com vários outros garotos sendo que sabe que ainda gosta do príncipe.

Entendem agora o que eu digo quando a chamo de irritante e sem noção? Ela ultrapassa os limites!

Depois de todo esse lenga-lenga, enfim podemos começar a acompanhar o que realmente interessa: o desenrolar da maldição. Dessa vez, por certos motivos, o acompanhante de Kelsey tem de ser Kishan, vamos fingir que não é para desenvolver o triângulo, né? Rs.

Enfim, o irmão “bad-boy”, apesar de extremamente clichê, é bem mais interessante que o mais velho. Até a relação dele com a protagonista fica mais cativante de ser lida, porque Kishan não está nem aí para nada e fala tudo na lata mesmo, não tem melação de cueca com ele.

Colleen explora bastante seu maior talento aqui que são as cenas de ação. Sua escrita parece até ter melhorado de um livro para o outro, o que certamente torna a leitura mais agradável.

Não vou falar muito porque acho que vocês tem que ler e aproveitar da experiência, mas saibam que o final tem uma reviravolta surpreendente.

Tiro uma estrela deste pelos motivos que citei no início e claro, por Kelsey continuar insuportável.

4 estrelas

A Viagem do Tigre:

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Sinopse:

Perigo. Desolação. Escolhas. A eternidade é tempo demais para esperar pelo verdadeiro amor?
Em sua terceira busca, a jovem Kelsey Hayes e seus tigres precisam vencer desafios incríveis propostos por cinco dragões mítico. O elemento comum é a água, e o cenário de mar aberto obriga Kelsey a enfrentar seus piores temores.
Dessa vez, sua missão é encontrar o Colar de Pérolas Negras de Durga e tentar libertar seu amado Ren tanto da maldição do tigre quanto de sua repentina amnésia. No entanto o irmão dele, Kishan, tem outros planos, e os dois competem por sua afeição, além de afastarem aqueles que planejam frustar seus objetivos.
Em a Viagem do tigre, terceiro volume da série A maldição do tigre, Kelsey, Ren e Kishan retomam a jornada em direção ao seu verdadeiro destino numa história com muito suspense, criaturas encantadas, corações partidos e ação de primeira.

Tá, agora vamos começar a falar de quando as coisas começaram a desandar.

Ren terminou o livro anterior perdendo parte de suas memórias, especialmente as vinculadas a Kelsey. Eu já começo reclamando aqui. Eu acho esse um recurso dramático extremamente pobre. Eu mesma já usei na minha época de fanfics, mas assim, eu tinha 13 anos e mal sabia o que estava fazendo, então, ainda que errado, é justificável. Colleen Houck já é uma mulher adulta e usa esse tipo de artificio, sinceramente… No começo até fiquei meio surpresa, no entanto ela alongou tanto esse plot que aff.

Só serviu para deixar a protagonista ainda mais insuportável. E o pior é que a história é narrada por ela! Então você lê suas divagações e medos a cada linha, sem poder fugir se quer saber da história.

Foi muito, muito chato. Eu ficava vendo quantas páginas faltavam para acabar a cada instante.

Nem mesmo as cenas de ação salvam essa bomba. E Kelsey só toma decisões erradas nesse livro em todos os ângulos.

Vou dar um leve spoiler aqui, quem não quiser saber passe para o próximo parágrafo: Como Kelsey não pode mais “ter” Ren, ela vai pro lado do Kishan, eles começam a namorar e… Não sei nem o que falar. Foi uma decisão terrível, Colleen, esperava mais de você. Não deveria, porque é clara a influência de Crepusculo né, rs, mas a esperança é a última que morre. Todo mundo sabe que ela vai terminar com Ren, sério, alguém teve dúvidas?? O próprio Kishan ficou um pouco descaracterizado por essa idiotice sem tamanho, virando um palerma que aceita ser feito de otário. Kelsey parece não ter capacidade mental para decidir por si. Galera, já saibam que não é legal namorar o coleguinha sabendo que ele é apaixonado por você sem reciprocidade, tá bom? É feio e imensamente egoísta.

Maior parte desse livro se passa em uma viagem em alto mar, e preciso dizer, essa mitologia não me atraiu tanto quanto as primeiras. Era chato e até confuso em determinados momentos.

Os personagens secundários acabam por ser muito mais interessantes, porém, tão deixados de lado devido as babaquices da Kelsey que é só decepção, realmente. Voltemos para a questão da outra resenha: Primeira pessoa é uma grande bosta, especialmente quando a protagonista é abominável. Muita irritabilidade poderia ser evitada no leitor se fosse em terceira pessoa e o foco pudesse ser dividido.

Foi um livro difícil, pesaroso de ler. Decaiu muito na qualidade, por isso a nota também vai baixar consideravelmente.

2 estrelas

O Destino do Tigre:

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Sinopse:

Honra. Sacrifício. Amor. Poderia o fim de tudo levar a um novo começo? Kelsey, Ren e Kishan sobreviveram a três aventuras dramáticas e muitas provações. Mas, antes que possam partir na busca pelo último presente da deusa Durga, têm que enfrentar o feiticeiro Lokesh em seu próprio território.

O vilão sequestrou Kelsey e já detém o poder de três amuletos. Ela precisa escapar de suas garras para quebrar a maldição do tigre, libertando seus amados príncipes. Esse, porém, é apenas o início da história em que escolhas difíceis e decisivas devem ser feitas por todos. O elemento principal agora é o fogo, e em meio a lava, demônios, animais fantásticos e zumbis, o trio enfrenta seu derradeiro desafio. O caminho é arriscado e cheio de reviravoltas potencialmente fatais. Só uma coisa é certa: ninguém pode fugir de seu destino.

A saga dos tigres chega ao auge. Nunca antes Kelsey, Ren e Kishan sofreram tanto, estiveram tão unidos e precisaram lutar contra inimigos com tamanho poder. Emocionante do início ao fim, O Destino do Tigre explica todos os mistérios que unem os personagens e promete surpreender os leitores (não conseguiu, beijos da tia Thai).

Continuemos falando da decadência.

A mitologia desse livro acaba por ser mais interessante que a do anterior, o que dá mais facilidade na leitura, mas também não deixa de ser a obrigação da autora, considerando que este termina o plot da maldição.

Kelsey segue sendo o ser mais escroto do planeta enquanto Colleen continua insistindo que ela é incrível, fodástica, magnifica. Às vezes eu queria fazer amizade com certas autoras pra chegar bem calminha e falar “amore, vamos com calma, sua protagonista não é tudo isso” porque na verdade Kelsey não é nada disso. Ela é infantil, imatura, indecisa, estúpida e egocêntrica. (SPOILER) Ela sendo colocada como deusa no final… Deixo minha mais sincera revirada de olhos para isso. Indescritível a vontade de morrer de desgosto que eu senti lendo.

A autora jura que a protagonista dela é a própria Barbie, que além de ter mil e uma utilidades, também fica trocando de roupas como se fosse uma boneca realmente. Uma hora com roupa chinesa, outra com indiana… Ninguém merece! Se quer fazer uma Barbie, tá no ramo errado, meu amor, vai dar currículo na Mattel que vai estar melhor encaminhada.

Aquela coisa desnecessária e insuportável de Kelsey em um relacionamento com Kishan também permanece, sendo que Ren tem sua memória de volta no final do livro passado! Por isso que persisto no fato de Kelsey ser egoísta.

Eu poderia muito bem fazer um post apenas para ressaltar a escrotidão dessa protagonista, porque renderia, viu. Mas tá, deixemos isso de lado…

Gostei da nova aventura deles, dos ocorridos e tudo mais, achei conciso, apesar de ter certos pontos contestáveis. Foram situações que me prenderam atenção, então disso não tiro o mérito. Foi criativo e envolvente.

Só o final que volta a decepção. Ah, pelo amor de Dumbledore, que coisa mais piegas, chata e previsível. Não teve toda a emoção que um último livro obrigatoriamente tem. Ficou devendo, e muito. Tem uma morte também que pensei que se acontecesse eu ficaria triste, mas não funcionou, um sacrifício que eu quase desisti de ler nos últimos minutos, de tão chocho.

Honestamente, penso que a Colleen Houck realmente precisa mudar de profissão ou ao menos fazer uma espécie de curso para melhorar, é sofrível a falta de criatividade em certos pontos, com isso acabo me perguntando: Essas autoras não recebem nenhum acompanhamento? Seja da própria editora, de algum amigo, ou profissional da área. Porque tem certas coisas que eu vejo e penso: Se alguma pessoa desse um aviso já não ficaria tão ruim desse jeito. Minha amiga Laura é quem me acompanha e ela sempre avisa quando algo não está bom e precisa ser melhorado, o que é muito bom até mesmo para o meu crescimento como autora.

Diálogos intragáveis, resoluções ruins, acontecimentos que necessariamente precisavam de emoção sendo tediosos, personagens deixados de lado, protagonista chata sendo forçada a todo custo guela abaixo no leitor… São tantos fatores que com apenas um toque de outra pessoa já poderiam ser mudados…

Por fim, um desfecho regular para uma série que começou promissora, mas acabou por se tornar medíocre devido à falta de sensibilidade e engenhosidade da autora.

2 estrelas

Sei que possivelmente serei bastante xingada por essa resenha, mas lembremos, queridos amigos: Questão de opinião. O que não funcionou para mim, as vezes funciona para você, e está tudo bem! Você tem total direito de gostar, assim como eu tenho de desgostar.

A autora decidiu lançar um quinto livro que nitidamente é apenas porque viu que a saga rendeu $$, então porque não roubar mais dinheiro do pessoal, né nom? Rs. Eu que não vou jogar dinheiro fora com isso. Aliás, isso renderia uma discussão interessante: O que dizer desses autores que colocam dinheiro acima da qualidade de suas obras? Existiram vários que continuaram sagas com uma qualidade terrível apenas pelo reconhecimento que recebeu (Te amo Kiera Cass, mas não tem como te defender com os dois últimos de A Seleção). Seria maravilhoso se todos seguissem o exemplo de Suzanne Collins. A Esperança foi o desfecho de Jogos Vorazes e ponto final. Nem mesmo contos foram lançados depois disso, e eu acho melhor desse modo, a história original já é ótima e não queria vê-la estragada por continuações ambiciosas.

Também não li o spin-off, até fiquei interessada a princípio, mas azedou depois de ter lido esse último livro. Não tem a Kelsey, o que já é um baita avanço, mas do mesmo modo, prefiro usufruir de meu tempo com coisas de maior qualidade.

Quero saber a opinião de vocês também! Contem aí o que acham de A Maldição do Tigre.

4 comentários

  1. Pra vc ver como gostos são subjetivos 🙃 pra mim foi bem maçante, demorei por causa disso, hahaha.

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  2. Pra ver como gosto é gosto, não é??? Eu sinceramente, amei esses livros do começo ao fim, li o spin-off e o quinto e – infelizmente – último livro e devo declarar que é a melhor saga do mundo, foi tão boa, que eu – do fundo do meu coração – recomendo que leiam o último livro, pra que possam compreender melhor os outros livros. Quanto ao spin-off ou promessa do tigre é ótimo, serve para que possamos ver a maldição – ou dádiva, quem leu o último livro, sabe bem disso – de outra perspectiva, perspectiva essa do ponto de vista da própria Yesubai, concluírei falando que sou apaixonada por esses livros!!!! ♥️♥️😍😍

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  3. Como muitos dizem, gosto é igual c*, cada um tem o seu, hahaha. E é inexplicável mesmo, mas cada pessoa é única com suas próprias vivências e experiências, então as leituras tocam cada um de uma forma ☺️

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